Lojas, Lidl, escola de formação, recursos humanos, agência de marketing, Instagram, pós-graduação em IA. Tudo isto antes de chegar a Mariiana. E tudo isto faz parte da forma como trabalho hoje.
[percurso] / cronologia
A história longa, sem cortes.
CH_01Matosinhos · até aos 25
Crescer no Norte
Cresci em Matosinhos e até aos 25 anos nunca me passou pela cabeça sair de lá. Depois conheci o Ricardo - e o Ricardo queria ser polícia. Quem conhece o processo sabe que isso implica vir para Lisboa uns bons anos. Lá fui eu, e olha, ainda bem.
CH_02Antes de Lisboa
Lojas, Lidl, escolas - e uma licenciatura em Educação
Andei por vários sítios: lojas de roupa, o Lidl, uma escola de formação. Tudo isso enquanto terminava a licenciatura em Educação. Aprendi cedo que escutar bem vale mais do que falar muito.
CH_03Último ano de licenciatura
RH: como as empresas pensam sobre as pessoas
No último ano entrei numa empresa de recursos humanos - fui contratada para atender telefones e abrir portas. Mas fiquei a perceber como as empresas pensam sobre as pessoas, como as avaliam, como as pagam, o que valorizam. Aprendi mais sobre comunicação naquele escritório do que esperava.
CH_04Mudança para Lisboa
Agência de marketing - a corrigir textos de blog
Foi essa licenciatura em Educação que abriu a porta à agência de marketing em Lisboa - entrei para corrigir textos de blog. Com o tempo percebi que aquilo me interessava mesmo: perceber porque é que algumas marcas funcionam e outras não, o que faz uma pessoa parar a meio do scroll, como se constrói uma voz que se distingue.
CH_052020
Um Instagram que fechei - e outro que abri
Em 2020, ainda no norte à espera da mudança, abri uma página de Instagram. Comecei a falar sobre alimentação e corpo, a partir da minha própria história. Mas o trabalho na agência foi mudando o que queria fazer, e aquela página deixou de fazer sentido. Fechei. Comecei outra coisa - desta vez mais alinhada com o que estava a aprender: redes sociais, marca pessoal, storytelling, diferenciação.
CH_06Quando a IA chegou às conversas
Pós-graduação, terreno, e começar a ensinar
Quando a inteligência artificial começou a entrar nas conversas de marketing, fiz o que faço sempre: fui perceber como funcionava por dentro. Fiz a pós-graduação em IA aplicada a negócios, testei no terreno, e comecei a ensinar. Não porque fosse o passo óbvio, mas porque fazia sentido juntar tudo o que sabia sobre comunicação com o que estava a aprender sobre tecnologia.
[convergência]
E é aí que tudo converge: comunicação é sempre comunicação, seja em recursos humanos, em marketing ou em IA. Quem sabe comunicar de forma diferente dos iguais não vai ser substituído por ferramenta nenhuma. A IA substitui quem já trabalhava em modo automático - ironicamente, quem já se comportava como um robot antes de existirem robots. Quem pensa, quem tem voz própria, quem sabe adaptar - essa pessoa fica.
Mariana Almeida · Consultora de IA
HOJE / PRESENTE
Hoje ajudo mulheres a usarem a IA sem perderem a sua voz.
Trabalho com mulheres empreendedoras que querem perceber esta tecnologia sem perder o que as torna únicas. A ImpulsIA tem mais de 70 mulheres que já passaram por esse processo, cada uma à sua maneira, com os seus objetivos, no seu ritmo.